terça-feira, 21 de novembro de 2006

pequenas historias

deixo-vos aqui hoje 3 historias sobrenaturais.

Atacada por uma garra:

Certo dia, estava eu deitada na minha cama a descançar um pouco, pois só tinha aulas por volta das 5 da tarde. Estava a ouvir rádio e a música começava a embalar-me, mas eu estava perfeitamente consciente. Foi quando comecei a sentir-me estranha. Sentia-me a sufocar, tentei mexer-me mas não consegui, tentei abrir os olhos mas era como se alguma coisa estivesse a prender-me. Lembrei-me de rezar o pouco que eu sabia e foi enquanto rezava o que a minha avó me tinha ensinado que conseguiu abrir um pouco os meus olhos e o que vi assustou-me imenso... Era uma garra, uma garra enorme que estava sobre a minha cara! Aí assustei-me e parei de rezar, foi quando piorou, (se tivesse ficado mais um pouco naquela situação acho que não estava cá hoje) foi então que reuni todas as minhas forças e rezei com muita fé... passados uns momentos a garra desapareceu e eu voltei ao normal. Apanhei um susto tão grande que saí imediatamente de casa e fui para a escola três horas mais cedo!

o cão fantasma:

Eu tinha um cão que se chamava Leão. Era todo branco e de raça pequena, mas era grande para a raça dele porque era gordo. Quando saíamos de casa ele ficava sempre muito triste e nem sequer comia. Um dia ele mordeu o meu pai, não sabemos porquê, então foi preso no sótão. Nessa altura o Leão tinha 7 anos. Ele estava preso por uma corrente muito grande que ouvia-se cá em baixo, o arrastar da corrente, por vezes era uma barulheira infernal. Como podem calcular o Leão não gostava de estar sozinho e por isso zanzava de um lado para o outro no sótão. Algum tempo depois, quando estava a brincar com ele, mordeu-me também na mão, sem nenhuma razão aparente. Após isso o meu pai decidiu livrar-se dele e levou-o para um canil. Passado um tempo, durante a noite comecei a ouvir barulho vindo do sótão. Era o barulho que a corrente do Leão fazia quando ele estava lá em cima. Ao que parece ele não queria sair mesmo lá de casa e o seu espírito ainda vagueia por lá. Apesar de nunca ter visto o espírito dele, sei que ele mora lá em casa connosco, porque ainda consigo ouvir a corrente dele a arrastar pelo chão do sótão.

o pai da minha vizinha:

Andava no 8º ano e nessa altura tinha uma amiga que se chama Sónia. O pai dela tinha falecido há já bastante tempo de um acidente de carro. A Sónia comentava sempre comigo que sentia a presença do pai ali em casa e não eram poucas as vezes que ela sentia as manifestações dele. Como nunca tinha visto, pensei que fosse só as saudades que ela tinha do pai a faziam imaginar que o pai estava sempre ali. Não é que eu não acreditasse , mas é que nunca tinha assistido, nem sentido nada do género na casa dela.
Um dia em que não tinhamos mais aulas fomos para a casa dela ver uns filmes e jogar consola. Foi quando começamos a ouvir barulhos.
Passos, portas a bater, barulho na cozinha. Começavamos a ficar muito assustadas e nem sabíamos o que fazer! Ficamos no quarto a tentar decidir o que fazer, nenhuma das duas queria ir ver o que se estava a acontecer. Passado um tempo os passos estavam a vir na nossa direcção, completamente apavoradas saímos as duas a correr em direcção à porta da rua, só queriamos sair dali. Quando passámos ao lado da porta da cozinha, vimos que os tachos, as panelas, os pratos, os copos, ou seja, tudo o que estava na cozinha estavam a cair para o chão.
Saímos, mas só voltamos a entrar quando a mãe da Sónia chegou do trabalho. A cozinha... estava completamente arrumada, não estava nada no chão.
A verdade é que nunca mais fomos para lá sozinhas!

4 comentários:

atrakinas disse...

O cão no sotão... não havia melhor lugar?

Anónimo disse...

histórias sem sentido no finalé tudo ruim

Anónimo disse...

Gostei,pois as histórias são leves e podem ser usadas em sala de aula.

Bévelyn Meira disse...

faltou mais ação.